É tão fácil falar e tomar conta da vida dos outros, criticar e ver defeito nos outros..
Mas os nossos permanecem e a gente nem "tchum"
Bom, vou dormir, amanhã preciso estudar!
Prometo um post decente, breve.
Beijos
sábado, 30 de junho de 2007
domingo, 24 de junho de 2007
Foolish
Rio nos momentos mais impróprios.
Choro quando rio demais.
Rio quando amo.
Amo quando rio.
Chorei, e não valeu a pena. Então ri.
Ri.
Ri.
Ri tanto, que quis chorar.
Então chorei.
Mas não valeu a pena.
Resolvi não fazer nada.
Comecei a chorar.
Quando percebi que estava sendo idiota.
Aí eu ri.
Choro quando rio demais.
Rio quando amo.
Amo quando rio.
Chorei, e não valeu a pena. Então ri.
Ri.
Ri.
Ri tanto, que quis chorar.
Então chorei.
Mas não valeu a pena.
Resolvi não fazer nada.
Comecei a chorar.
Quando percebi que estava sendo idiota.
Aí eu ri.
quinta-feira, 21 de junho de 2007
terça-feira, 12 de junho de 2007
Sonho em devaneio (pleonasmo?)
Sinto-me sozinha. Vontade de, novamente, amar.
A vida é injusta, e os homens também. Acreditei nos dois, e nem tudo deu certo.
Nem tudo, nesse caso, é eufemismo.
Não sei o que faço, parece-me que um peso foi tirado, mas ainda choro pelas memórias do passado.
Ai, a vida. Ensina-nos com decepções, e exige-nos muito além do que poderíamos oferecer.
Nesse dia, em que todas as garotas enlouquecem, entristecem e fazem escarcéu, eu me sinto normal, sem nenhuma obrigação, e incrivelmente feliz.
É, estou feliz. Achei que fosse ser diferente, afinal, terminar o namoro menos de um mês antes dos dia dos namorados é pra quem tem coragem, e disposição.
Sinto-me como nunca me sentia há algum tempo, eu estou bem.
Não estou amando, nem querendo. Estou "Ok" assim.
E assim quero ficar.
Até algo que valha a pena aparecer, mas eu não irei saber mesmo, não é?
E ah, feliz dia dos namorados.
Comprem muito e colaborem com o crescimento do selvagerismo capitalista.
E depois de comprar, sobrará lixo, e degradará a natureza e puff, cabou.
hahaha
Brincadeirinha!!
Beijossss
A vida é injusta, e os homens também. Acreditei nos dois, e nem tudo deu certo.
Nem tudo, nesse caso, é eufemismo.
Não sei o que faço, parece-me que um peso foi tirado, mas ainda choro pelas memórias do passado.
Ai, a vida. Ensina-nos com decepções, e exige-nos muito além do que poderíamos oferecer.
Nesse dia, em que todas as garotas enlouquecem, entristecem e fazem escarcéu, eu me sinto normal, sem nenhuma obrigação, e incrivelmente feliz.
É, estou feliz. Achei que fosse ser diferente, afinal, terminar o namoro menos de um mês antes dos dia dos namorados é pra quem tem coragem, e disposição.
Sinto-me como nunca me sentia há algum tempo, eu estou bem.
Não estou amando, nem querendo. Estou "Ok" assim.
E assim quero ficar.
Até algo que valha a pena aparecer, mas eu não irei saber mesmo, não é?
E ah, feliz dia dos namorados.
Comprem muito e colaborem com o crescimento do selvagerismo capitalista.
E depois de comprar, sobrará lixo, e degradará a natureza e puff, cabou.
hahaha
Brincadeirinha!!
Beijossss
domingo, 10 de junho de 2007
Bipolaridade, em questão. Ou não?
Lembro de uma vez em que passeei pela praça,
Uma tarde tão fria e chuvosa.
A cidade não parecia a mesma.
Aquela tarde fiquei sentada na varanda de casa e observando as pessoas, com seus suéteres e suas caras de tédio, andando pela praça, que um dia estivera seca, e florida.
Reparei que nem sempre a vida é como desejamos, e que um dia sem flores e com chuva é necessário para provar que nesses dias passamos a dar valor a todos os outros.
E com isso acabamos por não reconhecer o dia de chuva, como um dia bom, importante, necessário.
Fiquei sensibilizada com a chuva, e resolvi me unir a ela, e comemorar, ser o diferencial. Sorrir enquanto todos reclamavam.
Então, saí de casa e fui para a praça. Dancei na chuva, molhei meus cabelos, cantei e gritei. Nos meus últimos passos as gotas pararam de cair, e vi um arco-íris.
O sol estava voltando.
As pessoas tiraram seus suéteres e sorriram.
A alegria voltou.
Tudo culpa da chuva.
Uma tarde tão fria e chuvosa.
A cidade não parecia a mesma.
Aquela tarde fiquei sentada na varanda de casa e observando as pessoas, com seus suéteres e suas caras de tédio, andando pela praça, que um dia estivera seca, e florida.
Reparei que nem sempre a vida é como desejamos, e que um dia sem flores e com chuva é necessário para provar que nesses dias passamos a dar valor a todos os outros.
E com isso acabamos por não reconhecer o dia de chuva, como um dia bom, importante, necessário.
Fiquei sensibilizada com a chuva, e resolvi me unir a ela, e comemorar, ser o diferencial. Sorrir enquanto todos reclamavam.
Então, saí de casa e fui para a praça. Dancei na chuva, molhei meus cabelos, cantei e gritei. Nos meus últimos passos as gotas pararam de cair, e vi um arco-íris.
O sol estava voltando.
As pessoas tiraram seus suéteres e sorriram.
A alegria voltou.
Tudo culpa da chuva.
Reflexo
Não, não farei uma dissertação, nem um texto em verso, falarei de mim, predominarei o egocentrismo nesse momento. Porque eu quero!! Já que é pra ser egocêntrica vamos radicalizar...
Eu sou estranha. Talvez não aparente de primeira, mas sou.
Apesar de gostar de várias coisas que meninas da minha idade gostam, eu vou além.
Me interesso por política, músicas e filmes antigos, história, museus, idiomas, estudos. Me preocupo com o amanhã (dizem que a adolescência é a idade do "hoje"), e odeio, sim, odeio, escrever errado. Para evitar esse acaso desagradável, que, por graça divina, fui poupada de cometer com certa frequência, procuro ler muito. Gosto mesmo de ler, gostaria, apenas, de mais tempo para realizar tal façanha irresistível.
Outro ponto fraco meu, é filmes. Amo-os. Europeus, e sem muita verba, de preferência.
Apesar de haver uns hollywoodianos que eu adoro (como todo mortal). E os filmes do Johnny Depp (ma vie), Marlon Brando, Audrey Hepburn, Dustin Hoffman (alguns), Robert Downey Jr., entre outros, são fatos na minha vida.
Música brasileira (bossa nova, mpb, samba de raiz, pagode, etc), Bob Marley, Rock Britânico (todos, mas, de preferência U2, OASIS, Beatles..), Rock Brasileiro dos anos 80 (resumindo, pra mim, CAZUZA), tudo isso juntamente com as músicas da Disney e trilhas sonoras de filmes água-com-açucar, são os sons que meus ouvidos agradecem.
Mais o quê?
Ah, amo minha família, só tem doido. Amo porque esses doidos que gostam de mim, me amam, me fazem rir e me apoiam.
Meus amigos são vários. Mas tem o trio inseparável. Minha melhor amiga desde chupar picolé na barriga da mãe. Meu melhor amigo, ex-namoradinho, desde os primórdios da existência (não me mate, Nina). Minha melhor amiga, recém-descoberta minha prima, que é sempre meu parzinho em tudo. Minha melhor amiga coreana, que está longe. Minha melhor amiga loira desde criancíssima. Minha melhor amiga que mudou de escola mas eu amo eternamente (aliás, duas melhores amigas que mudaram de escola, mas uma mudou antes). Minhas 3 grandes amigas que conheci no verão, tornamo-nos inseparáveis, mas o tempo nos afastou, sem mudar o sentimento. Minhas duas melhores amigas doidinhas e patricinhas desde a sétima série. Minha melhor amiga que junto com meu melhor amigo mudaram de escola, mas estão sempre comigo no coração e pensamento. Meu melhor amigo, e ex-namorado, que um dia ainda iremos casar. Meus melhores amigos de internet (um que era de minas e foi pra sp, um de sp, e um do sul). Meus amigos que conheci em Floripa numa das melhores viagens (a japinha, a outra, o outro, o outro e a cantora). Meu melhor amigo que é meio primo, que conheço desde sempre e que eu amo. Meus amigos desse ano (o clone do guri do high school musical, o que grita e dorme muito, o que me chama de implicante, e o que é o mais burro e o mais fofo. além do que joga basquete, do que tá sempre doente, do que não fez nada do trabalho e do que aperta minha bochecha e me faz rir toda hora). Minha nova amiga linda que me abraça e me faz feliz todo dia de manhã, e conhece minha mãe. Minhas amigas que estudei sempre, e que o tempo separou, mas continuam no coração, e sempre estarão. Minhas amigas que estudavam comigo ano passado, e me faziam rir, que se mudaram de escola esse ano. Meus melhores amigos, com meu sangue, que são meus primos, e minha irmã. Meu melhor amigo, que estuda na sala ao lado. Meu melhor amigo do mundo, papai (além do meu vovô, que deus está cuidando). E minha melhor amiga do mundo, mamãe (além das minhas tias e das minhas vovós).
Não citei nomes, desnecessário.
Morarei, ano que vem, na França.
Falo inglês, espanhol, português e francês (daqui a alguns meses, chinês).
Amo dormir, comer brigadeiro, palha italiana e farinha láctea com leite. Gosto de natação, assistir basquete e vôlei. Torço para o botafogo (óbvio, né). E AMOOOOOOOOOO viajar.
Se não optar virar médica, entrarei na ONU e mudarei aquela bagaça (radicalizei, viu?).
E agora vou dormir.
O próximo post prometo que não falarei de mim (pelo menos não diretamente).
Beijos
Escrevi, guardei, chorei, melhorei.
Ás vezes a dúvida te domina.
Invade sua cabeça, enlouquece o seu corpo.
Mata de culpa, e de prazer.
Se perguntam o que fazer, um temor, gelado, sobe pelo corpo, arrepiando cada fio, e estremecendo de acordo com seus pensamentos.
Correr atrás.
O tempo passa, e as descobertas são inúmeras.
Agora entende-se o sentido de paradoxo.
Um paradoxo perfeito.
"E se..."
Devora sua mente.
Não se pensa em mais nada.
Somente do que há por vir.
E isso,
O tempo dirá.
Invade sua cabeça, enlouquece o seu corpo.
Mata de culpa, e de prazer.
Se perguntam o que fazer, um temor, gelado, sobe pelo corpo, arrepiando cada fio, e estremecendo de acordo com seus pensamentos.
Correr atrás.
O tempo passa, e as descobertas são inúmeras.
Agora entende-se o sentido de paradoxo.
Um paradoxo perfeito.
"E se..."
Devora sua mente.
Não se pensa em mais nada.
Somente do que há por vir.
E isso,
O tempo dirá.
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Quem não sabe, cancioneiros são as "bibliotecas" que guardam as canções trovadorescas.
E ah, eu gostei..
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