Ás vezes te odeio por um segundo,
depois te amo mais.
Teus pêlos, teu gosto, teu rosto, tudo
Que não me deixa em paz...
quarta-feira, 19 de março de 2008
terça-feira, 18 de março de 2008

Na infância dos meus sonhos haveria crianças satisfeitas e felizes, não haveria os pequenos rostos com fome nem sonhos com cicatrizes. Haveria guerra, disputa, por que não? Mas a morte seria entre eles, as crianças e inocentes protegerão. Teria escola, lazer e hospital. Doenças curadas, dores vencidas, prazer de ter prazer, futuro possível, concreto, real.
As crianças são nosso futuro, as mesmas que passam fome, sofrem abusos e fazem trabalhos braçais. Crianças na rua fogem da realidade, dopam-se com drogas, para curar o frio, a dor, a fome. O nosso futuro não sabe ler, não vive o prazer, não é nutrido e da realidade não gosta.
O que se espera dessa geração? A pergunta é abrangente. Ao mesmo tempo em que a economia é tratada, as pessoas que a manusearão no futuro são rebaixadas e esquecidas. O povo brasileiro vive o hoje, tem memória curta. O Brasil não tem povo, tem público. E como diz o bom brasileiro: "Deixa a vida me levar..."
Pois então, vida leva eu!
sábado, 15 de março de 2008

Ser capixaba é ter ginga nas ladeiras.
A graça leve das garças, frenesi de beija-flor.
É gostar de moqueca e peroá, de apfel-strudel, angu... na melhor tradição alemã/italiana.
É escrever poesia, sonhar editar um livro, é isolar-se ao luar, pra cantar canções de amor.
É torrar na praia até as quatro horas, e à noite sair pra badalar.
É ser jovem eternamente - desaniversariar.
Ser capixaba é batalhar idéias e ideais.
É ir em romaria ao Convento, seguir os passos de Anchieta, nossa tupiniquim "Compostella".
É jogar futebol na areia, e se achar um craque.
É surfar as verdes ondas, descer o Jucu de caiaque.
É pecar de gulodice e se entupir de bombom.
É saber ouvir no vento, as cantigas das marés, e cantar pra todo mundo, que o bom daqui é viver!
A graça leve das garças, frenesi de beija-flor.
É gostar de moqueca e peroá, de apfel-strudel, angu... na melhor tradição alemã/italiana.
É escrever poesia, sonhar editar um livro, é isolar-se ao luar, pra cantar canções de amor.
É torrar na praia até as quatro horas, e à noite sair pra badalar.
É ser jovem eternamente - desaniversariar.
Ser capixaba é batalhar idéias e ideais.
É ir em romaria ao Convento, seguir os passos de Anchieta, nossa tupiniquim "Compostella".
É jogar futebol na areia, e se achar um craque.
É surfar as verdes ondas, descer o Jucu de caiaque.
É pecar de gulodice e se entupir de bombom.
É saber ouvir no vento, as cantigas das marés, e cantar pra todo mundo, que o bom daqui é viver!
sexta-feira, 14 de março de 2008
quinta-feira, 13 de março de 2008

Hoje ela foi à Europa, e me abandonará por 2 semanas.
É estranho como sentimos falta de alguém quando esse alguém não está presente, mas em sua presença não damos tanto valor. As pessoas nos conquistam com seu jeito, seu abraço, sua demonstração de carinho, seu sorriso. Um amigo é aquela pessoa que você sabe poder contar. Ele estará lá. E isso acontece sem a espera de algo em troca. Uma amizade verdadeira, assim como atos bondosos sem esperar algo em troca, são dignos de serem valorizados, e, atualmente, mais que nunca, devido ao grande sentimento egocêntrico e a falta de lealdade e confiança.
Por isso quando dizem que vivemos um pensamento Heliocentrista, digo que além de Heliocentrista vivemos um mundo Egocentrista. Ter vantagem decorrente da "desgraça" de alguém é normal, é usual, é comum...mas não é certo.
Por isso devemos valorizar nossos amigos, os verdadeiros principalmente, e nunca deixá-los esquecer o quanto são importantes para nós.
Amiga, eu te amo!
sábado, 8 de março de 2008

Temática: “Veto do carro alegórico ‘Holocausto’, da escola de samba Viradouro.
Analisar a atitude da juíza.
Opinar sobre os argumentos utilizados pelo presidente da comunidade judaica.
A atitude da juíza não foi sensata. Foi incoerente com a liberdade de expressão, e, de certa forma, colocou o povo judeu em um patamar mais elevado, pois a escravidão, a discriminação de índios e nordestinos, entre outros temas, também foram retratados anteriormente no carnaval, e não obtiveram a mesma atenção e cuidado. A juíza também não se preocupou em ouvir ambas as partes, pois o Holocausto foi um dos maiores genocídios do mundo e um marco na história mundial. O que serviria para desalienar milhares de pessoas. O carro alegórico não estava destratando ou utilizando de escárnio em relação o relação ao povo judeu, tanto que no holocausto também foram mortos negros e homossexuais, e estes não se sentiram diminuídos e afetados por haver uma alegoria retratando uma importante, porém infeliz, época da história, na qual morreram milhares de inocentes.
O que pode-se concordar com a reclamação da comunidade judaica, é o fato de, sobre os corpos mortos, haver a figura de Hitler, sorrindo e comemorando. O que é questionável. O presidente da comunidade judaica possui o direito de reclamar, como todo cidadão possuiria, mas não o de punir uma escola de samba, que serve como diversão e aprendizado para o povo.
A época da ensura já terminou. Será que Diogo Mainardi terá que redigir receitas de bolo? Ou a revista Veja deverá ensinar artesanato? Por que não ensinar sobre o Holocausto, mesmo que seja no carnaval? O conhecimento e a liberdade de expressão foram vetados nesse acontecimento. Em pleno século XXI.
Analisar a atitude da juíza.
Opinar sobre os argumentos utilizados pelo presidente da comunidade judaica.
A atitude da juíza não foi sensata. Foi incoerente com a liberdade de expressão, e, de certa forma, colocou o povo judeu em um patamar mais elevado, pois a escravidão, a discriminação de índios e nordestinos, entre outros temas, também foram retratados anteriormente no carnaval, e não obtiveram a mesma atenção e cuidado. A juíza também não se preocupou em ouvir ambas as partes, pois o Holocausto foi um dos maiores genocídios do mundo e um marco na história mundial. O que serviria para desalienar milhares de pessoas. O carro alegórico não estava destratando ou utilizando de escárnio em relação o relação ao povo judeu, tanto que no holocausto também foram mortos negros e homossexuais, e estes não se sentiram diminuídos e afetados por haver uma alegoria retratando uma importante, porém infeliz, época da história, na qual morreram milhares de inocentes.
O que pode-se concordar com a reclamação da comunidade judaica, é o fato de, sobre os corpos mortos, haver a figura de Hitler, sorrindo e comemorando. O que é questionável. O presidente da comunidade judaica possui o direito de reclamar, como todo cidadão possuiria, mas não o de punir uma escola de samba, que serve como diversão e aprendizado para o povo.
A época da ensura já terminou. Será que Diogo Mainardi terá que redigir receitas de bolo? Ou a revista Veja deverá ensinar artesanato? Por que não ensinar sobre o Holocausto, mesmo que seja no carnaval? O conhecimento e a liberdade de expressão foram vetados nesse acontecimento. Em pleno século XXI.
sexta-feira, 7 de março de 2008
Ás vezes a dúvida te domina.
Invade sua cabeça, enlouquece o seu corpo.
Mata de culpa, e de prazer.
Se perguntam o que fazer, um temor, gelado, sobe pelo corpo, arrepiando cada fio, e estremecendo de acordo com seus pensamentos.
Correr atrás.
O tempo passa, e as descobertas são inúmeras.
Agora entende-se o sentido de paradoxo.
Um paradoxo perfeito.
"E se..."
Devora sua mente.
Não se pensa em mais nada.
Somente do que há por vir.
E isso, O tempo dirá.
foto: Vista da minha casa em guarapari.
quinta-feira, 6 de março de 2008

Não entendo e não aceito, nesse nosso mundo, haver a fome. Isso tornou-se tão clichê, que as pessoas não se surpreendem mais. Parece que gente passando fome é algo normal. E, alienados que somos, aceitamos que todo dia isso se torne mais evidente. Consumo = Felicidade. O consumo capitalista de produtos e bens de consumo supera-se a cada minuto, na mesma proporção que uma criança morre na África.
A comida existente no mundo é suficiente para alimentar a todos, mas, alimentando a todos, não estaríamos alimentando o bolso daqueles que regem, indiretamente, nossas vidas. Se todos estivessem comendo, quem compraria o produto? Prejuízo. Como o caso das batatas, aqui no Brasil, que teve uma superprodução, e ao invés de doar o que sobrara aos mais necessitados, para ajudar, mesmo que temporariamente a combater a fome, preferiram queimá-las a terem seu produto desvalorizado.
Os países que hoje fingem ajudar, são os mesmos que na hora que conviu, exploraram as nações ao máximo. Não se sabe se é hipocrisia ou marketing (se bem que um não anularia o outro), mas, se estivessem ajudando, alguma melhora seria vista. A retirada ou falência das tropas da ONU em países africanos, é prova disso.
Na história estudamos o Imperialismo, que dividiu o território africano entre os países europeus. Essa divisão fez com que tribos distintas fossem obrigadas a dividir o mesmo território. E isso até hoje causa guerras civis brutais, que mata, junto com a AIDS e a fome, milhares de africanos em estado deplorável.
E a cada dia que passa as coisas pioram e ninguém vê. O povo está cada dia mais alienado ao mundo e ao que nele acontece. Os políticos e governantes deveriam tentar mudar a situação miserável de seus países, ou daqueles que sofrem com seus atos capitalistas. Mas, citando como exemplo o Brasil, o nosso país não tem povo, tem público. E além disso tem memória fraca. Assistem à roubalheira diária e só falta bater palmas. Collor, Lula, e cia, continuam no poder. Clodovil, Gretchen, Rita Cadillac, foram eleitos pelo povo para representá-los. A política é coisa séria. Em um país europeu não aconteceria o que aqui acontece, o engajamento dos jovens é muito grande. Aqui a política é deixada de lado, esquecida. E é exatamente isso que quem está no poder busca. Enquanto nossos jovens se preocuparem com quando vai ser o show da Ivete ou quem foi eliminado do Big Brtoher, nossos representantes estarão satisfeitos. Daí o motivo das eleições serem próximas a grandes eventos, como a Copa do Mundo. O futebol e o entretenimento regem o nosso país.
E assim é todos os dias. O quê eu posso fazer? Reclamar, discutir, debater, tentar colocar na cabeça dos outros o meu ponto de vista, para ver se abre e surgem algumas idéias, opiniões, ações? Isso eu faço. Ás vezes consigo, mas meu campo de ação é muito pequeno ainda. Um dia isso vai mudar, a ONU que me aguarde, hahaha.
Preocupo-me com as crianças, e isso me encaminhou ao trabalho voluntário. Preocupo-me com o meio ambiente, e nessa ONG dou aulas de Ed. Ambiental. Mas também me preocupo com meu futuro e objetivos. Tenho medo da frustração, odeio o sistema de cotas das universidades federais, mas tento não pensar muito nisso.
"Sacrificarei" meu tempo em função de evitar frustração, e, de certa forma, se tudo der certo, vou recuperá-lo passando de primeira na PUC-RJ ou no gradual da UNB. E o TOAFL (Test of English as a Foreign Language ), será que passo bem? Para entrar em Harvard preciso ter 600 pontos no mínimo, será que consigo? Quero, lá, fazer cursos tipo pós-graduação. Sera que é um dinheiro bem gasto?
Ficar me perguntando não adianta nada. Tenho que estudar e me esforçar, informar-me, que, de fato conseguirei. Sem esforços -> sem ganhos.
Minha vida pessoal pode ser prejudicada. Mas pretendo manter meu coração calmo e tranquilo. Quero alguém que me entenda e apoie, e que eu possa confiar. Meu lazer, família e amigos nunca os deixarei de lado.
E ah...e o alemão, o francês, o inglês, o espanhol, o italiano e o chinês? Vão, ou irão, bem. Espero.
Sei que ninguém vai ler isso, mas escrever me faz bem. E se você leu, espero que não me acho uma louca-burguesa-revolta-sonhadora. Nem qualquer um desses adjetivos.
Maria Eduarda
segunda-feira, 3 de março de 2008
E é desse jeito
Com esse sorriso
Com essa vontade
Que me dá saudade
E aperto no peito
Sou menina
Nos seus braços sou mulher
E nos seus beijos e pensamentos
Serei quem quiser
Vamos nos permitir
Prosear, divertir
E nunca pensar
Que não vale a pena sonhar
Ah, esse cara tem me consumido
Aperta a vontade
De tê-lo em meus braços
De amá-lo em meu peito
E dizer que o quero
Mais e mais
O sorriso que me fisga
O trejeito que me toca
Sonho, penso, almejo
Que aquele desejo
Se materializará
E se for pra morrer
Que seja de felicidade
Ao contrário dos boêmios
Que morriam de saudade
Com esse sorriso
Com essa vontade
Que me dá saudade
E aperto no peito
Sou menina
Nos seus braços sou mulher
E nos seus beijos e pensamentos
Serei quem quiser
Vamos nos permitir
Prosear, divertir
E nunca pensar
Que não vale a pena sonhar
Ah, esse cara tem me consumido
Aperta a vontade
De tê-lo em meus braços
De amá-lo em meu peito
E dizer que o quero
Mais e mais
O sorriso que me fisga
O trejeito que me toca
Sonho, penso, almejo
Que aquele desejo
Se materializará
E se for pra morrer
Que seja de felicidade
Ao contrário dos boêmios
Que morriam de saudade

E quando toca o samba
Os anseios que divergem
Juntam-se na vontade
E extravasam ditosos
E o samba que toco
Não me esqueço mais
Do menino que sorria
Um sorriso gostoso
Uma alegria fulgás
E fujo da realidade
No meu samba enredo
Vou fazendo minha história
E nela desfilo sem medo
De piscadela à carícias
Do menino a mim
Um beijo, um toque
Meu samba fez-se assim
E de nota em nota
Vão raízes desabrochando
E com seu filho, o samba,
Casais vão encantando
Meu menino eu guardo
Guardo e protejo
E deixo para as outras,no samba no terraço,
Exalarem seus desejos.
Os anseios que divergem
Juntam-se na vontade
E extravasam ditosos
E o samba que toco
Não me esqueço mais
Do menino que sorria
Um sorriso gostoso
Uma alegria fulgás
E fujo da realidade
No meu samba enredo
Vou fazendo minha história
E nela desfilo sem medo
De piscadela à carícias
Do menino a mim
Um beijo, um toque
Meu samba fez-se assim
E de nota em nota
Vão raízes desabrochando
E com seu filho, o samba,
Casais vão encantando
Meu menino eu guardo
Guardo e protejo
E deixo para as outras,no samba no terraço,
Exalarem seus desejos.
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