segunda-feira, 3 de março de 2008


E quando toca o samba
Os anseios que divergem
Juntam-se na vontade
E extravasam ditosos

E o samba que toco
Não me esqueço mais
Do menino que sorria
Um sorriso gostoso
Uma alegria fulgás

E fujo da realidade
No meu samba enredo
Vou fazendo minha história
E nela desfilo sem medo

De piscadela à carícias
Do menino a mim
Um beijo, um toque
Meu samba fez-se assim

E de nota em nota
Vão raízes desabrochando
E com seu filho, o samba,
Casais vão encantando

Meu menino eu guardo
Guardo e protejo
E deixo para as outras,no samba no terraço,
Exalarem seus desejos.

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