domingo, 6 de julho de 2008

Naquele dia, Sofia acordara com um mau pressentimento. Mas ignorou-o assim que se levantou e foi tomar seu banho matinal, esquecendo toda a angústia que tivera por alguns momentos.
Foi do jeito que fazia todas as manhãs. Levanta, entra no banheiro, tira a roupa e examina seu corpo magro, logo abre o chuveiro e espera a água esquentar, enquanto escova os dentes. Sempre assim, sempre comum. Nunca muda e nunca mudou. Sofia é previsível e faz questão de sempre ser. Aquele dia acordara angustiada, mas não aceitava mudanças, queria acordar e fazer as coisas de sempre, mas algo a dizia para não fazer e ir ao quarto de sua mãe...

continua

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