terça-feira, 9 de setembro de 2008
Quod me nutrit me destruit.
O que me nutre me destrói. A beleza, o álcool, os amigos, as saídas, as pessoas. As pessoas, que passam em meu cotidiano e vão-se embora. Apesar disso, preciso delas, preciso de tudo o que me nutre. A destruição, de todo modo, é inevitável. Para todos.
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