
Temática: “Veto do carro alegórico ‘Holocausto’, da escola de samba Viradouro.
Analisar a atitude da juíza.
Opinar sobre os argumentos utilizados pelo presidente da comunidade judaica.
A atitude da juíza não foi sensata. Foi incoerente com a liberdade de expressão, e, de certa forma, colocou o povo judeu em um patamar mais elevado, pois a escravidão, a discriminação de índios e nordestinos, entre outros temas, também foram retratados anteriormente no carnaval, e não obtiveram a mesma atenção e cuidado. A juíza também não se preocupou em ouvir ambas as partes, pois o Holocausto foi um dos maiores genocídios do mundo e um marco na história mundial. O que serviria para desalienar milhares de pessoas. O carro alegórico não estava destratando ou utilizando de escárnio em relação o relação ao povo judeu, tanto que no holocausto também foram mortos negros e homossexuais, e estes não se sentiram diminuídos e afetados por haver uma alegoria retratando uma importante, porém infeliz, época da história, na qual morreram milhares de inocentes.
O que pode-se concordar com a reclamação da comunidade judaica, é o fato de, sobre os corpos mortos, haver a figura de Hitler, sorrindo e comemorando. O que é questionável. O presidente da comunidade judaica possui o direito de reclamar, como todo cidadão possuiria, mas não o de punir uma escola de samba, que serve como diversão e aprendizado para o povo.
A época da ensura já terminou. Será que Diogo Mainardi terá que redigir receitas de bolo? Ou a revista Veja deverá ensinar artesanato? Por que não ensinar sobre o Holocausto, mesmo que seja no carnaval? O conhecimento e a liberdade de expressão foram vetados nesse acontecimento. Em pleno século XXI.
Analisar a atitude da juíza.
Opinar sobre os argumentos utilizados pelo presidente da comunidade judaica.
A atitude da juíza não foi sensata. Foi incoerente com a liberdade de expressão, e, de certa forma, colocou o povo judeu em um patamar mais elevado, pois a escravidão, a discriminação de índios e nordestinos, entre outros temas, também foram retratados anteriormente no carnaval, e não obtiveram a mesma atenção e cuidado. A juíza também não se preocupou em ouvir ambas as partes, pois o Holocausto foi um dos maiores genocídios do mundo e um marco na história mundial. O que serviria para desalienar milhares de pessoas. O carro alegórico não estava destratando ou utilizando de escárnio em relação o relação ao povo judeu, tanto que no holocausto também foram mortos negros e homossexuais, e estes não se sentiram diminuídos e afetados por haver uma alegoria retratando uma importante, porém infeliz, época da história, na qual morreram milhares de inocentes.
O que pode-se concordar com a reclamação da comunidade judaica, é o fato de, sobre os corpos mortos, haver a figura de Hitler, sorrindo e comemorando. O que é questionável. O presidente da comunidade judaica possui o direito de reclamar, como todo cidadão possuiria, mas não o de punir uma escola de samba, que serve como diversão e aprendizado para o povo.
A época da ensura já terminou. Será que Diogo Mainardi terá que redigir receitas de bolo? Ou a revista Veja deverá ensinar artesanato? Por que não ensinar sobre o Holocausto, mesmo que seja no carnaval? O conhecimento e a liberdade de expressão foram vetados nesse acontecimento. Em pleno século XXI.
Um comentário:
Péssimo.
Claro que a juíza e a comunidade judaica estão certos
Que idéia...
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